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Virgula

autora de minhas peripécias



domingo, 21 de março de 2010

AquarElas



Das coisas existentes neste mundo existe um falsa sonho que nos tarda.

Um sonho que nos deixa sonolento.

São as aquarelas das palavras...


È e justamente pelo significado

das palavras que deixam de ser diferentes ou não passam a ser diferentes

que suas mensagem acabam a ser inelegíveis.


Como por exemplo,

Palavras procuradas e traduzidas num dicionário convencional.


Palavras que podem traduzir vários significados.

Palavras como “sim” e o “não” emanam um enorme poder sobre nossas escolhas.

Palavras que são essenciais.


O “sim” pode ser traduzido como incerteza e o “não” como algo óbvio.

Sou eu como pensador a imaginar esta atmosfera de sabedoria e decepções.

E hoje minha falta de percepção nas perguntas já me levou para muitos lugares.


Mais que nas respostas eu às confiei...


As “penetráveis mentiras” da qual eu admirei, mas que hoje não admiro mais,

elas sim causam a nossa ambigüidade quando passamos a traduzir palavras.


Mas a quem eu quero enganar...

Eu ainda admiro as “penetráveis mentiras”.

Só não sei o por quê? Mas e no caminho do risco que encontramos o sucesso...


Erramos...


E nem por isso deixamos de acreditar.

É e claro que podemos voltar a atrás em algo que já se passou...

Sonhos existem é para serem sonhados.


Sonhos deixam de serem sonhos quando você passa a sonhar com outro alguém.

A morte dos sonhos implica na ausência de cores...

Cores...


Cores mortos são ilusão do falso afago.

Como é fácil sonhar sem cores.


As pessoas só procuram cores já pintadas por outros autores.

Copiando sempre os mesmas tons.

Preto e branco.


Coloração antiquada que pinta e cobre sonhos antigos.

Sonhos já vencidos.

Sonhos que deixaram de serem sonhos...


É e Por isso que somos seres “procuradores da perfeição”?

Buscamos a pintar com as mesmas cores e a traduzir sempre as mesmas palavras.

Errante é esta maneira...


Buscar “cores” para pintarmos aquele nosso sonho antiquada lá atrás...

Sonho já velho, sonho já sem sua cor não mais atrativa.

Hesitaremos em querer deixar de pintar?


“Cores”

Onde será que elas estão?

Castro Neto






sábado, 13 de março de 2010

O começo do Blooger




Um começo com hipótese.


Meu agaz juiz racionaliza aquilo que seja racional...


Em que se baseia essa hipótese?


Segundo essa hipótese - a hipótese da cloaca hominídea – baseia-se nos registros do tempo e das coisas que engloba aquele “ovo atômico” chamado de BIG BANG.


Das copas das arvores até um prédio luxuoso.


Bom, sabemos que a matéria ainda hoje existe e dela se evoluíram os sistemas complexos que atualmente nós chamamos de seres vivos. “Partindo-se do pressuposto que a evolução criou toda a diversidade de vida na terra, um mero grupo de hominídeos presenteados com inteligência adquiriu aquilo que chamamos de razão.”




As cloacas (dejetos) políticas, sociais, econômicas, industriais, culturais e religiosas são as principais característica deste grupo evoluído. Aprender e compreender não quer dizer que símio seja racional, se inteligente é ser contaminador dos recursos naturais e destruidor da vida, então o ato de inteligência é algum tipo de burrice? Talvez etnias por si só não combinem com a natureza, ou seja, a descaracterização do hominídeo com o meio ambiente seria uma “involução”?


Macacos pensam que pensam.


No século XXI o jovem biólogo evolucionista Castro Neto 2009, fez a seguinte pergunta: ”A racionalização deixou de ser racional para produzir razão?” Vejamos então, o raciocínio na verdade tem sua realidade?(macaco pensando...) Se atentarmos a olharmos com a ótica evolucionista veremos que os cérebros dos hominídeos são um subproduto dos processos graduais do físico irracional.



“E pensar que o cérebro do macaco “cloacudo” é o mesmo que faz foguetes e bombas atômicas... ”(Símio “Nietzsche” de cloaca, século XIX)


De 2 é 1.


A racionalização deixou de atuar naquilo que seja razão e com isso acabou por se tornar ilimitada (algo com validade). Pegando esse gancho, podemos especular que tudo aquilo que seja imperfeito (razão hominídea) sempre surge de algo perfeito (BIG BANG) ou que a mente dos macacos “cloacudos” evoluíram da mente de animais inferiores.

...ou de Bônus ser a mesma coisa.


Obrigado Tia Jumentina pela “viagem”.


Lembro-me de minhas saudosas aulas de meu ensino fundamental... Agora eu sei que quando a tia Jumentina dizia que um ovo leva ao pássaro, e o pássaro ao ovo, ela estava mesmo a falar de evolução. Eu fico pensando assim comigo, eu fico comigo assim pensando, essa conversa de “ovo-pássaro” não acaba nunca. Vai ver que nem matéria existe, ou seja, a mente cheia de cloaca por justa-inteligência criou a matéria para justiçar sua pseudocomplexibilidade.


A cloaca de macaco usa a não-inteligência para ser inteligente.


Enquanto a ciência afirma que a evolução Darwiana é um fato não comprovado, a tia Jumentina vai dizer que toda complexibilidade derivada do homo Sapiens sapiens seja anticientifica porque quando chove numa região qualquer os macacos dizem que aquilo esteja a cair dos céus sejam milhares de moléculas de H2O e não água.O que isso significa afinal?

...bom mesmo seria viver sem inteligência, viver naturalmente, instintivamente sem duvidas ou cloacas... Macacos sem lei.


O código genético do “barulho”.


...Porque dentro e fora de nossas células, assim como nas matas virgens os “genes do barulho” acabam a vir estourar nossos tímpanos, são múltiplos barulhos, como por exemplo, violência, moto serra, bombas, foguetes, motores, tambores, gritos, mortes e amores; o bípede implume só se pode sentir sua existência fazendo barulho, nem um espelho (artefato de sua inteligência) e capaz de lhe provar que ele existe.

O “código-barulho” identifica o mundo macaco e não humano.


A evolução falhou ao criar a inteligência?


Ser inteligente é ser burro!