
Consciência subjugadora
Bom, eu agradeço aos amigos e inimigos que compartilham comigo as mais diferentes opinações aqui postadas no cloaca de macaco e é com imenso desprazer que venho hoje a fala de nossa saudosa espécie humana.Pra ser sincero eu gostaria de fala mais sobre outros grupos de animais do que de nossa própria espécie porém eu como biólogo (que de biólogo não tem quase nada e de filosofo tem muito) venho homenagear nesta data tal façanha da evolução, isto é, a nossa consciência.
Eu sempre achei difícil de estudar a espécie humana, mais precisamente o seu comportamento, ou seja, o que levou espécie a ter tais complexibilidades que hoje em dia nós chamamos de “homem moderno”? Sabemos que não podemos sair por ai capturando homens e mulheres e colocando todos dentro de uma jaula para fins científicos, mas apurados por assim dizer, precisamos respeitar as leis dos homens, e sobre tudo, as leis da natureza da qual somos subordinados a viver, porém os homens com sua admirável consciência passaram a julgar os outros homens e a parti disso foi uma questão de tempo começar a julgar também o que vem a ser vida,isto é, quando um cientista captura um macaco e coloca o mesmo em cativo para estudá-lo, eles chamam isso de ciência e enquanto que policiais prendem traficantes em uma jaula diferente é chamado de justiça, tudo bem se eu coloquei um exemplo absurdo aqui para que o amigo leitor pudesse vir a entender o espírito de minhas observações e é claro dos reais motivos que nós faz tão animais quanto a um macaco, mais se detalharmos bem não tem tanta diferença assim, apenas são motivos diferentes, veja bem amigo, o primeiro motivo foi de um homem tira a vida de um ser vivo(macaco) o outro foi de policiais(não são cientistas) de separa aqueles indivíduos considerados dentro da sociedade como marginais, numa colocação minha bem absurda(volto a repetir isso) eu posso até dizer que tudo não passa de coisas produzidas por esta família chamada de hominídea. Assim, a única diferença existente nestas duas espécies (homem e macaco) e simplesmente aquela consciência subjugadora existente na espécie humana. Daí, podemos ver as verdadeiras diferenças existente entre estas duas espécies ou sobre tudo nas obras em que elas fazem.
Com base naquilo em que o ser humano prega onde os mesmo se julga ter aquilo que chamamos de consciência, a consciência é a maior dádiva da mãe natureza. Estou certo ao afirma isso? A mesma consciência hominídea não permite por um caráter humano nos julgarmos como animais, mais os humanos preservam as suas “vidas”. Certo? E são com historias bonitas, filosofias de vida, religiões, ações sociais etc e tal.
Os humanos vem a expressar o que seja vida e é claro aquilo que eles também julgam como “valores”, isto é, aquilo que os fazem “felizes” (coisas que macacos não fazem?).
Mais quem disse que um macaco não tem direito a vida? Tudo bem eu nem falei sobre isso e sim estou a falar de vida. Quero entender o julgamento do homem que diz o que vem a ser vida e como os outros animais ou pessoas devem viver, qual embasamento tem o homem para julgar o que seja viver? Se os humanos se julgam os mais evoluídos do planeta e desprezam os demais animais por não terem a “consciência subjugadora”(VAI VER QUE PARA OS DEMAIS ANIMAIS TAL PRIVILEGIO É DESNECESSARIO).
Ora, se notarmos um cupinzeiro veremos que o mesmo é de deixar qualquer queixo caído por sua grande organização social(coisas que faltam no meio humano) até porque se tratarmos de indivíduos sociáveis os seres humanos neste quesito perde é feio para os cupins enquanto que o nosso nobre macaco no máximo vive em grupos e outros com suas ditas hierarquia, porém sem ter a necessidade de derruba se quer uma única arvore para construir um apartamento luxuoso.
Parece que quanto mais complexo for o animal mais problemas eles tem, isso significa evoluir? Evolução não se trata disso.Sabemos que se um animal vive até os dias de hoje é porque suas adaptações deram certo até então, mais se tratarmos daquela “consciência subjugadora” encontrada nos humanos percebemos que tal façanha “evolutiva” deu certo e que a mesma esta ai até hoje para DESTRUIR a historia?
Humanos não estão mais adaptados a viver como viviam seus ancestrais em seus ambientes selvagens, sem suas tecnologias e seus luxos os humanos logo seriam extintos, mais ainda sim depois de uma catástrofe alguns humanos mendigariam vida e sobre tudo a “consciência subjugadora”.
Será se não gozamos do privilégio de sermos exceção a tais afirmativas?
Flores (1997) afirma que animais são geneticamente e em princípios básicos de cérebro muito similares aos humanos, embora logicamente com grau de complexidade radicalmente diferenciado.
Gribbin & Gribbin (1990) afirmam que pelas técnicas modernas de análise genética, podemos provar que somente 1% de nosso material genético (DNA) é diferente do material genético dos chimpanzés (chimpanzés pigmeus, sendo que o chimpanzé comum difere geneticamente em menos de 2% dos humanos). Segundo eles nos restantes 99% somos apenas macacos, o que deixaria resquícios comportamentais importantes em nossa espécie.
Com base nesses estudos levantados acredito que nossa mente foi moldada num padrão savana africana a menos de 4 milhões de anos atrás,herança herdada por “macacos” que tinham uma racionalidade não complexa, ou seja, somos produto de uma evolução de um cérebro (mente) que não imaginava em tira vidas ou se quer julgar a mesma.Somos composto de irracionalismo múltiplo sendo que apenas 10% de nossa capacidade cerebral é ativa.
Venho a passar a aplicar estes mesmos princípios aos traços do comportamento humano e claro o que diz respeito ao que tange o comportamento social.
Não existe diferença entre um homem e um macaco, todos são seres vivos, se é que existe alguma diferença entre vidas. O que nos difere é apenas o comportamento e os hábitos de vida.
...taxonômicas!? Mais até isso é mérito dos humanos que outra vez julgaram a vida de acordo com as suas necessidades e razões.
Castro Neto
Referencia bibliográfica
WRIGHT, R. (1996) O animal moral. Porque somos como somos: A nova ciência da Psicologia Evolucionista. Rio de Janeiro. Editora Campus.
DAWKINS, R. (1978). O gene egoísta. Rio de Janeiro, Itatiaia.

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Assim penso eu... Comenta ae hominídea rs.